DECADÊNCIA...
Aceitei entrar em sua vida totalmente conturbada
E nessa minha entrada não pensei no que iria passar ou sentir
Entrei nela como se estivesse indo para uma batalha
E na ânsia de lutar pelo seu amor não percebi as defesas inexpugnável
Eram bem preparadas e bem armadas eu fui à luta apenas com um rifle
Quando se houvesse mais tempo poderia ter um lançador de foguete
Sempre que o encontrava a impressão era o de estar muito ocupado
Sentia que viria com grandes canhões para meu lado
Percebi a decadência desse seu eterno amor para comigo
Seu amor eterno me revelou ter varias faces e você... nenhuma capacidade
Passei a pagar um preço com minha moral pelos fantasmas a sua volta
Todo julgamento em peso que aspiravam as mesmas vantagens que outras
A sua cabeça era o premio exposto em uma bandeja de ouro podre
Acreditei que pudesse esperar as suas petições de me dizer a verdade de todas as formas
Em um diálogo franco de consideração, respeito e amizade
Mas na verdade estava tão ocupado em busca de você mesmo fechado em seu egoísmo
Acabou atraindo para seu coração um novo amor eterno, vivendo cada dia a magia desse novo
Pensando apenas no seu eu, nada mais importava a não ser esse momento a dois
Se esquecendo que a linha da vida de todo mundo não é infinita, mas um circulo fechado como uma jaula
No recanto secreto de sua mente, naqueles momentos fugazes
Havia apenas o aspecto moral do triunfo você pouco investiu na sua atuação
No entanto lucrara muitíssimo não tivera a mínima idéia de uma transação justa
Descobrira o ponto fraco ou suscetível das outras, tomando-se conta delas
Absorvendo-as oferecendo-lhes praticamente nada! Apenas o bastante
Para rete-las nas suas próprias carências depois se assumia o controle e poder de ser amado
Com durabilidade até que a decadência entra em cena restando apenas uma foto elegante
Desapaixonado sorridente rosto glacial não participante.
marylife
Na imensidão do seu olhar imesuravelmente imerso é como
o vento que passa pela nossa roupa envolve todo o nosso corpo mexe
com toda a paisagem, quando chega o momento ele vai embora.
Na devastação de seu sorriso favor e feérico dentro do seu exaltar.
Ainda pode ser que tenha muito de si.A profundidade de sua alma
nebulosa necedade, como o lago são profundos mas na superfície permanecem
parada.No mergulhar do seu sentimento é como a água correndo segue
seu caminho e nos deixa para trás. No navegar dos seus pensamentos é
como se eu fosse uma parada a cada viagem sua.O breu do seu coração
age por impulso, é como uma vela que acende derrepente... queima.
A tempestade do seu sentimento age com grande violência sem se
importar quem esta pela frente.Seus gestos desumanos surgem nas
sobras dos meus pensamentos igual as Frutas estragadas no pomar.
Suas promessas bruscamente romperam o elo que nos unia pelas
diferenças do que cada um sentia.As pedras dos seus sapatos
serviram como medalhas para as minhas conquistas
para o meu recomeço.
marylife
Comanda arrojadas experimentações escritas plasmara ilações filosóficas
Talvez seja da mais elevada importância na sua caminhada envolta da sua consciência
Não há jeito de preencher a diferença para atingir igualdade a uma terrível iniqüidade
em nossa estrutura emocional e sentimental depois desse monologo frustrante
a de calarmos como a um balão que houvesse perdido todo o seu gás se labutasse com eficiente empenho quem sabe assim poderia vencer para se chegar lá tem que malhar o ferro enquanto ainda esta quente senti nas estranha entrar invasões de mentiras vi o vulto diante das perturbações de suas tentações numerosas te induzirem a trapacear em nome de seu mundo de ilusório tornando-se amargo os seu dia sente um prazer em afogar quem esta do seu lado em humilhações quando se sentes que seu orgulho foi ferido nas sua ira na sua total segurança aos mais escuro labirintos do mar arrancando-lhes a alma. Usa as vezes palavras carinhosas mas a de convir que a sonâmbulos nos verbos fala de maneira brilhante embora dormindo.
Marylife
APANÁGIO
Sua pobreza é simples apanágio da sua arrogância que refugia desassisado
Na furna do seu orgulho sua alma assemelha-se a um fantasma de angustia
penúria e lamentações. Cerra no próprio peito o túnel intransferível da sua avareza
Comporta seu cérebro que brilha ofusca toda sua maldade possui uma mente fria
Insensível não se arrepende nem compadece quando lança sua tirania .
Seus pedidos de desculpas é apenas o espelho que reflete a você todas as suas manchas crosta na sua face por sofrer o peso da sua própria culpa. Sua plantação feita em terra escura arrojou precipícios da sua revolta da sua incompreensão que carrega martirizando
sua consciência pretrifacto possuindo um desapreço da sua injuria. Gabola acha-se sempre
altivez sempre se auto elogiando mas... Não admite e nem percebe que sendo assim não passa de um gajo que na sua elevação pega tudo para si tornando assim galgado não importando
A quem vai derrubar apenas derruba.
marylife
PERIPÉRCIA!
Agarrei minha esperança que ressurgia a cada dia!
Agarro e a tranco no fundo de minha consciência
Sinto a falta da presença imponente que tornou-seImportante em minha vida então pouco tempo, indispensável,
Imprescindível.
Eu pensei que tínhamos um amor pelo outro, mas... A peripécia do corredor
das suas atitudes cujo sabor do seu amor por mim nem assimilava.
Não tínhamos nem mesmo uma eletrizante atração física.
A desolação era chocante na minha intensidade se identificaria à agonia
em meu olhar. a cadencia instável de sua voz como se os meus sentidos.
houvesse gravado cada detalhe de tudo o que ouve entre nós.
Deixando apenas o desconhecido vazio que se alastrava em meu peito
Precisava de você para voltar a viver, não tenho mais o sopro da sua
vida para dentro do meu corpo morto
devemos amar e honrar quem escolhemos,
nunca saberemos por quanto tempo a teremos.
O BERRO!
garganta, sufoco o desejo de um clamor
Minha mente girando em circulo numa eclosão
Um fastio revira em meu estomago sem dó
Vontade de se pegar tudo a minha volta
Lançá-las em um ventilador
Fazer uma faxina no meu subconsciente apagar tudo e começar do zero
Necessitando apenas de mim,
O berro ainda se faz presente, Cada vez mais Edaz
Tenho que solta-lo cuidar da minha égide
Me solto dos grilhões que me prendem corro em meio a árvores
Indo em direção a floresta sentindo-me livre.
E berro com todas as minhas forças, até que me acalme,
Até que lave a minha alma, viver ali somente na companhia das folhas
Caídas, secas, desbotadas e cansadas como o meu ser.
Ter como ouvinte o breu da noite, a lua e o cantar dos animais
Deito – me na relva abro a porta do meu coração deixando entrar
A calma, a paciência e a serenidade, um favônio percorrer o meu corpo todo
Ao mesmo tempo sinto que estou sendo coberta, por aquele imenso lençol negro
Bordados de lua e estrelas onde adormeço serenamente
marylife
marylife
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